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O CÁLICE SAGRADO

10/11/2003
      Ao fim da ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar todas as coisas pelo Sangue a ser derramado na Cruz, tomou o CÁLICE com vinho. Ele vos deu graças novamente e passou o CÁLICE a seus amigos dizendo: TOMAI, TODOS E BEBEI, ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM. Esta passagem da Santa Missa retirada da Oração Eucarística VII, é destacada aqui porque menciona claramente que Jesus tinha em suas mãos um CÁLICE especial, sobre o qual pretendemos falar.
      Também no Evangelho de Lucas está dito sobre a mesma passagem: Então, tomando um CÁLICE, deu graças e disse: Tomai isso e reparti entre vós; pois vos digo que não beberei doravante do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus (22,17). Escolho o que está em Lucas, exatamente porque ele menciona novamente um Cálice – não é, pois, um objeto qualquer – mas um Cálice da “Nova Aliança” e da “Eterna Aliança”, que será selada com o seu Sangue a ser derramado. Assim estas passagens do Missal e da Bíblia, evocam com luminar clareza, o fato de que Jesus tinha nas mãos não um Cálice qualquer, mas algo que já havia estado presente em outras alianças de Deus com seu povo, como testemunha de todo o processo da salvação da humanidade. Claro que o importante não é o objeto – o Cálice em si – mas sim aquilo que ele contém após a Transubstanciação (transformação do pão no Corpo e o vinho em Sangue de Jesus) haver ocorrido.
      Entretanto, eu gostaria de colocar aqui, apenas a respeito do Cálice Sagrado em si, para que o leitor compreenda que ele também tem importância histórica e real. Eu diria sem medo de errar que, aquele Cálice que Jesus tinha nas mãos ao instituir a Eucaristia, é sem dúvida um dos mais preciosos objetos que existem na terra. Volto ao assunto, devido a uma certa confusão que pode haver a respeito dele, tendo em vista que divulgamos a história em duas partes. A primeira está no Livro 2 – Salvai Almas – e a segunda no Livro O Milagre do Fim, de sorte que, quem não leu os dois, não terá entendido bem toda a história.
      Como Nossa Mãe acaba de nos pedir uma edição nova de mais 5.000 livros, acho importante concentrar as informações sobre ele, resumidas num só texto, para que o leitor nos ajude a divulgar a obra, sabendo da sua importância real. Eu diria ao leitor que quiser se preparar para o fim dos tempos, que quiser entender melhor o futuro do mundo, que não deixasse de ler este livro: Milagre do Fim! Ele é uma síntese perfeita do que virá em breve! Ali está explicada como se dará a conversão do provo judeu – coisa que outros não falam. Está explicado como terá início a terceira guerra mundial – coisa que muitos duvidam. Está dito inclusive que serão lançadas apenas três bombas atômicas – coisa que muitos duvidam. De fato, é tal o encadeamento bíblico destas passagens e tão claro, que por causa deste livrinho, tivemos o depoimento de conversão de dois evangélicos, que nunca acharam em sua Igreja explicações tão seguras. Nas semanas que passaram eles foram juntos pela vez primeira a uma Santa Missa. São maravilhosos os caminhos de Deus.
      Na verdade, a história do Cálice Sagrado – o Cálice que Jesus tinha nas mãos quando instituiu a Sagrada Eucaristia – começa com Noé, na Arca do Dilúvio. A parte inicial – que vai desde Noé, até chegar em Jesus – contamo-la através das revelações da mística alemã, Ana Catarina Emmerich, um livro que todos os católicos deveriam ter em casa. (Mir Editora – SP – fone/fax: 021-11-3865-4340). Neste livro, consta que o Cálice veio do céu – é material do céu, não da terra, disse São Miguel ao Cláudio – e que foi entregue a Noé por três anjos – os mesmos que depois serão mensageiros de Abraão – para que Noé o colocasse no topo da Arca que acabara de construir. O Cálice deveria acompanhar a arca nos dias do dilúvio, pois teria grande importância futura.
      Pela determinação dos anjos, Noé deveria colocar dentro do Cálice três coisas: Primeiro uma maçã, símbolo do pecado de Eva! Segundo, um grão de trigo, símbolo do pão! Terceiro, um ramo de videira, símbolo do vinho! Na verdade, o grão de trigo e o ramo de videira, deveriam ser espetados na maçã, para que tivessem vitalidade de brotar e crescer durante os tempos em que a arca estivesse em trânsito. Esta simbologia incrível é descrita pela mística Ana Catarina, com toda clareza e com grande riqueza de detalhes.
      Quanto ao Cálice em si, trata-se de um objeto em forma de uma pêra, com duas argolas laterais cravejadas de brilhantes. É trabalhado em relevo com folhas de louro e em princípio não atrai muito pela beleza exterior, pois é fosco. O Cálice não tem um suporte para manter-se em pé, sendo preciso suporte especial para sustentá-lo. É de um material tipo ouro ou cobre envelhecido, mas de material impossível de ser fundido. Entretanto o seu valor para a história de nossa salvação é muito grande.
      De fato, após o dilúvio, o Cálice permaneceu por muitos séculos nas mãos das tribos que se originaram dos descendentes de Noé. Não há registro nos escritos de Ana Catarina, de quanto tempo durou este trajeto do Cálice, entretanto, ele volta a cena alguns séculos mais tarde, sendo posto nas mãos do patriarca Abraão, trazido por Melchisedech, Rei de Salém, e sacerdote do Altíssimo. Na verdade, este Melchisedech, é um personagem muito pouco conhecido, entretanto tudo leva a crer que se trata de um anjo do céu, incumbido de uma grande missão aqui na terra, tanto que foi ele quem assentou os fundamentos dos primeiros prédios da cidade de Jerusalém.
      E assim, está dito que Melchisedech veio até Abraão trazendo o Cálice. Abraão preparou um altar, em cima do qual aquele sacerdote celebrou o primeiro sacrifício de pão e vinho, dizendo: Bendito seja o Deus Altíssimo que fez o Céu e a terra (Ge 14,20), prefigurando assim a futura celebração eucarística de Jesus, no Sacrifício da Eterna Aliança. De fato, naquele dia, Abraão recebeu a promessa de que num tempo distante, um descendente seu, haveria de celebrar, com aquele mesmo Cálice, um sacrifício de valor infinito.
      De Abrão, o Cálice tem curso nas mãos de Isaac e depois Jacó – os antigos patriarcas – indo parar mais tarde com os seus descendentes pelos 400 anos de escravidão no Egito. De lá, o cálice retorna pelas mãos de Moisés – Ana Catarina tem a visão do mesmo Cálice junto com Moisés no episódio da sarça ardente (Ex 3) – e mais tarde vai parar no templo de Jerusalém, com Davi e Salomão. Ora, nos mil anos que se seguiram, no templo, acabou por se perder a memória do Cálice, ou seja, sabiam apenas tratar-se de um objeto muito antigo, sendo que mais próximo dos tempos de Jesus, os sacerdotes do templo tentaram fundi-lo para vender o metal e extrair as pedras, mas não conseguiram. Então venderam o Cálice a um antiquário de Jerusalém, onde permaneceu por uns tempos.
      Estávamos então nos dias de Jesus. E aconteceu que a esposa de um alto funcionário do templo de Jerusalém, que se havia tornado discípula de Jesus, chamada Seráfia – mais tarde batizada de Verônica, aquela que enxuga o rosto de Jesus no caminho da cruz – conduzida pelo Espírito Santo, comprou este Cálice e os menores que o acompanhavam, do antiquário, e o levou à comunidade de Jesus. Note o leitor que somente pela graça de Deus que um objeto é assim preservado, através dos milênios, desde algo em torno de três mil anos antes de Cristo antes do dilúvio. Eis então que o Cálice é usado por Jesus para a celebração da ceia e na instituição do Santo Sacrifício – da Nova e Eterna Aliança em Seu Sangue – conforme a promessa feita por Deus a Abraão. Os detalhes da Ceia, ricamente descritos por Ana Catarina, nós omitimos por questão de espaço.
      Vejam que se trata de uma Nova e Eterna aliança. Ora, se a gente observar bem, veremos que O Cálice do qual estamos falando é o Cálice da Eterna Aliança de Deus com os homens. Primeiro a aliança de Deus com Noé: “Nunca mais destruirei a terra por um dilúvio” (Gn 8,21). Depois a aliança com Abraão: “De ti farei uma posteridade mais numerosa que as estrelas do céu” (Gn 22,17). Depois a promessa ao seu povo eleito: “Eu vos darei por herança uma terra onde corre leite e mel” (Ex 3,17), e agora a última aliança: “Quem come deste pão... e bebe deste Sangue, viverá eternamente” (Jo 6,58). Assim, cada vez que Deus fez uma aliança com seu povo, sempre, o mesmo Cálice Sagrado estava presente. Isso é inédito na história da Igreja e do povo santo!
      As visões de Ana Catarina terminam efetivamente com a celebração da Santa Ceia, e com a menção de que São Pedro e São João celebraram também algumas Missas com o mesmo Cálice. Depois ela perde a seqüência, dizendo apenas que no futuro vê o Cálice nas mãos de pessoas fiéis, que o tratam com reverência, pois diz que há de ser achado novamente, assim como o foi das outras vezes. Os escritos dela datam de 1822, portanto há 180 anos atrás e não consta que houve após este tempo alguma nova menção ao Cálice.
      Lembro que, com o tempo passaram a fazer parte do conjunto, mais sete cálices menores e uma colherinha – usada por Jesus para colocar somente uma gota de água no Cálice, coisa que muitos sacerdotes já esqueceram, pois derramam – que inclusive ficava presa ao pé do cálice no suporte que mandaram fazer. Este suporte, a própria Ana Catarina presume que foi mandado fazer, de madeira, pelo próprio Jesus, uma vez que sem ele o Cálice não permanecia de pé. Diz a mística, que os pequenos cálices, cada um deles foi mandado para uma das sete Igrejas, conforme está no início do Apocalipse, e acredito que nenhum deles se tenha preservado. E se ainda existirem, que se saiba ainda o seu real valor e significado. Assim, fiquemos apenas com o Cálice maior.
      Ora, a partir de 27/05/1992 em diferentes visões passadas ao Cláudio, Nossa Senhora lhe fez ver a seqüência da saga do Cálice. Ele, de fato, nunca havia ouvido falar nada sobre o assunto e só mais tarde ao ler o livro de Ana Catarina é que percebi a ligação entre as duas coisas e passei a ele. Pois lhe foi mostrado como Maria Madalena, a discípula de Jesus, uns tempos após a morte do Mestre, envolve o Cálice – cabe nele em torno de meio litro – num pano grosseiro, com mais alguns objetos, inclusive um rolo de pergaminho, contendo um manuscrito de Jesus, contando a profecia toda relativa a este tempo, escondendo tudo num buraco de um muro antigo, tapando com pedras a frente. Como alguns dias mais tarde ela foi arrebatada – junto com Lázaro, Marta e mais duas pessoas – até à França, ela nunca mais voltou a Jerusalém. E assim, os objetos permanecem até hoje naquele mesmo lugar, ciosamente guardados por Deus o Pai Eterno.
      Nas visões passadas ao Cláudio, consta que durante a Idade Média, foi feita uma construção nova rente a aquele muro e ele pode ver quando um operário destapou as pedras em frente aos objetos, mas depois deixou tudo ali, lacrando tudo entre duas paredes de muro. Hoje tudo aquilo faz parte de uma mesma construção, pertencente ambos os lados a uma mesma entidade, apenas ninguém deles sequer suspeita que debaixo daquele prédio antigo, sob seus fundamentos milenares, estão selados aqueles importantíssimos objetos. E são importantes, não só o Cálice, mas também o pergaminho, pois não existe até hoje na Igreja um único documento, manuscrito a próprio punho de Jesus, como este que lá está.
      Quando contamos uma história deste tipo, mais parecendo um roteiro de filme de ficção, certamente que o leitor tenderá a duvidar de tantos detalhes. Entretanto, podemos dizer que é justamente esta riqueza de detalhes agora divulgada, o que dá mais força à informação. O que relatamos depois, no livreto O Milagre do Fim, é que no momento oportuno o Cálice será encontrado. Como ele está enterrado nos fundamentos de um prédio de Jerusalém – cidade que pertence ao tal “Patrimônio Histórico” – é sabido que não se pode mexer em nenhuma pedra daquelas construções. Mas Deus haverá de dar um jeito nisso. A profecia é que sobre este prédio antigo, cairá um avião espião americano, que perde o controle sobre a cidade, o qual abrirá uma grande cratera, justo no local onde está o Cálice, que estará então à apenas alguns palmos de terra de ser encontrado. Diz também, que o incidente do avião será o verdadeiro estopim da 3ª Guerra, que dali se estenderá por todo o mundo.
      Aí o leitor dirá que ficamos malucos de vez. Mas creiam, por muitos motivos que aqui ainda não podemos relatar, podemos dar uma certeza plena de que as coisas acontecerão exatamente assim. No momento do Pai, o Cálice será encontrado para chegar às mãos do Papa João Paulo II. Na verdade, embora o mundo da mídia não dê grande sentido ao achado dos objetos, o mesmo não acontecerá com a Igreja, que verá ali um grande mistério de Deus. Também alguns judeus presentes se questionarão, ante o assombro da descoberta. O pergaminho irá para as mãos de estudiosos que farão a tradução do manuscrito de Jesus, onde poderão comprovar a veracidade da profecia. Já o Cálice, estará em mãos seguras, e estará aguardando a grande Santa Missa que João Paulo II celebrará no monte Calvário, para comemorar o fim da terceira guerra mundial. Ou seja, o encontro do Cálice se dará nos dias que se seguirem ao afastamento do Papa, e a Missa será celebrada depois do Aviso.
      Aqui nesta parte se aplica a versão do 3º Segredo de Fátima, já divulgada pelo Vaticano, e a nosso ver mal interpretada por muitos. De fato estará ali a Cruz tosca, estarão os soldados, mas não estarão ali os mortos. Isso se refere ao fato de que lá fora as perseguições continuam contra a Igreja, porque embora a guerra em si tenha acabado por causa da fúria dos elementos da natureza ensandecida, os exércitos do anticristo e ele próprio não estarão ainda fora de combate, coisa que só acontecerá totalmente nos finais Três dias de Trevas. Ou seja, eles continuarão matando cristãos ainda por algum tempo. São estes os mortos de que fala o segredo de Fátima, na parte já revelada.
      Também não acontecerá a morte do Papa como muitos têm achado, mas ele irá até o final da missão, subindo mais tarde em corpo glorioso para o Céu, depois de entregar o comando da Igreja ao próprio Jesus que retorna em glória, como está em Daniel 7,13-14: Vi um ser semelhante ao Filho do homem (Jesus), vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião (João Paulo II), diante de quem foi conduzido. A Ele (à Jesus) foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-No. Se domínio será eterno; nunca cessará e seu reino jamais será destruído. Ou seja, Jesus desce dos Céus, durante a Santa Missa que João Paulo II está celebrando, e Ele mesmo lê o pergaminho para o povo judeu e os presentes, como último sinal faltante para conversão final do povo santo.
      Esta conversão, que embora não seja total será na maioria, será na verdade selada com o próprio Sangue de Jesus. Acontecerá que, durante aquela Santa Missa, acontecerá um grande milagre de Transubstanciação Real, visível diante de todos, sendo que primeiro a água colocada no Cálice Sagrado por João Paulo II, se transformará em vinho, depois o vinho se mudará em Sangue, que haverá de borbulhar para fora do cálice, sobre o altar e para debaixo dele, como uma cachoeira. Neste momento, ao escorrer do Sangue, estará sendo quebrado o anátema que feria o povo judeu, após aquela horrenda frase pronunciada diante de Pilatos: caia sobre nós e nossos filhos o Seu Sangue, o que determinou a condenação de Jesus. Então se abrirão os olhos do povo santo, e eles aceitarão Jesus como o Messias que tanto esperavam.
      Na verdade, já a própria vitória do exército israelense, diante dos poderes assombrosos do anticristo e seus exércitos, na guerra que explodirá então, será um sinal inicial para este povo, de que Deus novamente está à sua frente. O achado do Cálice com o pergaminho, embora não encante a muitos, também irá deixar boquiabertas algumas autoridades e cientistas deste povo, que meditarão tudo isso em seus corações. E assim, haverá uma verdadeira cascata de fatos e incidentes, que culminarão com aquele sublime momento da Missa do Calvário. É dali que partirá a centelha que levará a conversão final deste povo.
      Ora, o próprio Catecismo da Igreja, fala claramente que para acontecer o retorno de Jesus em Glória, é necessário primeiro que aconteça a conversão do povo judeu. Eis então que será pela Eucaristia que acontecerá este imenso acordar para a vida. Eis que o Zacarias assim se expressa sobre este momento histórico: Suscitarei sobre a casa de Davi e sobre seus habitantes, um espírito de boa vontade e de prece, e eles voltarão os seus olhos para mim. Farão lamentações sobre Aquele que transpassaram, como se fosse um filho único; chora-lo-ão amargamente, como se chora um primogênito (12,10). E haverá então uma maciça conversão entre os judeus, que poderão caminhar juntos até o Grande Milagre final do astro e para o retorno de Jesus.
      Outro grande evento que acontece durante aquela maravilhosa celebração, é que junto com Jesus virão milhares de sacerdotes já glorificados. Eles permanecerão na terra para a preparação do povo com vistas ao retorno glorioso de Jesus. Estes sacerdotes, muitos dos quais retornarão às suas antigas paróquias, estarão confessando o povo que restou desta primeira parte da grande tribulação, naquele tempo chamado de a Grande Evangelização. A necessidade maior destes sacerdotes, é que os padres que restarem da grande hecatombe inicial, estarão como “imprestáveis”, devido ao imenso abalo que levarão de Deus. Todos os sacerdotes que agora rejeitam a profecia, que deixaram de preparar o povo para a Vinda Gloriosa do Senhor, todos estes escarnecedores de hoje, que nos chamam de loucos – os que acreditam na mensagem do Fim dos Tempos – haverão de sofrer demais com o Aviso. De fato, muitos estarão de uma tal forma aturdidos, será tão salgada a conta que pagarão, que só o tempo para os recuperar totalmente.
      Conforme a profecia de Garabandal, deve acontecer um espaço de tempo de um ano entre o Grande Aviso de Deus e o Grande Milagre do astro. Isso significa que neste tempo acontecerá esta preparação do povo, pois após o Aviso, estarão sem coroa as cabeças de todos os dignitários de todas estas igrejas rebeldes, pois o sopro do Espírito Santo haverá de pô-las todas à pique. E todas as coroas que a rebeldia não tomar conta, estarão sendo depositadas aos pés da Igreja Católica – a única que tem Maria e Eucaristia – sob João Paulo II, para que ele as entregue a Jesus Glorioso que retorna. E com um mundo sem estes principados e potestades terrenas rebeldes de hoje, se abrirão as portas do Novo Reino, tão sonhado, tão esperado, desde tempos imemoriais e por infindáveis gerações.
      Creia o leitor, os tempos que se seguirem ao Aviso serão de extrema dificuldade. Serão tempos de carestia, de miséria, de dor, de sofrimento e de angústia, especialmente para aqueles que não têm fé. Mas também serão tempos de conversão, de retorno de pródigos à casa do Pai, serão tempos de partilha, de ajuda mútua, de solidariedade plena, de caridade perfeita, exercitadas por todos aqueles que definitivamente colocarem a Deus no centro de suas vidas e a Ele se entregarem sem reservas. Então, Deus fará tudo em todos! Então Deus será tudo em todos, de modo que no duro exercício do sofrimento, moldados pela dor, forjados na renúncia completa do próprio eu, as pessoas passarão a compreender o sentido verdadeiro de Deus em suas vidas. Passarão a construir um Reino de Paz, a partir dos seus próprios corações humilhados.
      Durante este tempo, que estimamos em quase um ano, Deus estará dando quase infinitas chances de conversão aos maus que ainda restarem na terra. Sabemos, entretanto, que embora a força do Aviso, os maus continuarão agindo perversamente. As passagens da Bíblia que parecem referir-se ao anticristo, e mesmo as profecias atuais sobre ele, dão conta de que ele e alguns de seus sequazes estarão até nos últimos momentos ainda provocando o terror na terra. Dizem estas profecias atuais, que o anticristo será fulminado por Deus, quando no momento em que se ver perdido, ele tentar simular uma ascensão ao Céu, diante dos seus para provar a eles que é deus. Será então o momento em que ele será esmagado pelo Deus Onipotente, como um verme, para ganhar o mesmo destino do lago do fogo, onde já se encontra o falso papa, que terá ido antes dele, já por ocasião do Aviso.
      O que estamos dizendo, baseados nas profecias ao Cláudio, é que o retorno de João Paulo II ao comando da Igreja se dará apenas depois do Aviso. Então, estando mortos os maiores opositores, de dentro e fora da Igreja, ou convertidos outros, estará aberto o caminho ao seu retorno. Como já dissemos, uma das primeiras ações de João Paulo II, assim que retornar ao comando da Igreja, será a promulgação dos dois Dogmas de Maria, conforme já explicamos em outros recados. Só então haverá clima para isso, pois se terão quebrado todas, ou a maioria das resistências. Isso se dará alguns dias antes da celebração da Missa no Calvário, que acontecerá como parte do triunfo de Maria, pois este triunfo da Mãe se dará pelo triunfo do Filho, na Eucaristia. Eis porque Nossa Senhora falou a ele, que a Eucaristia estará presente em todos os grandes acontecimentos dos tempos finais. Mas isso ficará para um outro recado. Por hora fiquemos com a seqüência do plano do Cálice.
      Como os maus não se converterão, Deus se obrigará a um último esforço salvador. Pelas mensagens de Garabandal, relativas ao grande Milagre, não fica muito clara a sua essência. Ou seja, não dá para discernir bem o que acontecerá. Entretanto, pela mensagem passada ao Cláudio, isso se torna pela primeira vez discernível. A mensagem diz que, por ocasião do Aviso, será um cometa em vários fragmentos que cairá sobre a terra, conforme está dito no Apocalipse e nos profetas antigos. Um destes pedaços, o maior, cairá no mar das Antilhas, promovendo um assombroso estrago na terra e mudando a geografia de todos os continentes. Entretanto, deste mesmo cometa, um pedaço muitas vezes maior, aliás, centenas de vezes maior, foi atrasado por Deus em seu trajeto milenar, de modo a vir a colidir com a terra, apenas um ano depois do primeiro impacto.
      Que acontecerá então? Depois da falência de todos os meios de comunicação provocada pelo aviso, com o fim da energia elétrica, também os sistemas de radar, de rastreamento de cometas, os observatórios astronômicos, todos eles serão desativados ou destruídos. Quando alguma coisa já estiver em funcionamento, depois de passado um ano, a ciência irá descobrir no espaço este novo bólido que vem em direção da terra. Na verdade, com o primeiro impacto a terra estará fora da órbita antiga, vagando como desgovernada pelo espaço sideral. Este é o motivo pelo qual haverão tantas alterações do clima da terra, com frios glaciais de uma lado e calores horrendos em outros, com chuvas monumentais num local, e secas desordenadas em outros, também ventos, furacões, terremotos, e chuvas de pedra, uma vez que a terra não estará na distância perfeita do sol, como sempre esteve.
      Quando os cientistas fizerem o cálculo do tamanho da nova pedra, eles perceberão que, se ela bater na terra, acabará com toda a vida. Então, durante muitos dias, poderemos ver no céu, ardendo, vindo diretamente em direção à terra, um imenso bólido com quilômetros de diâmetro, sempre mais e mais próximo. Então os homens perceberão que chegou seu fim! O profeta Ezequiel retrata a angústia destes dias no capítulo 7, quando diz: O fim vem! É chegada a tua vez ó habitante da terra! E será o tempo em que os homens deitarão seu ouro as ruas, tudo será lixo para eles, pois andarão errantes como bêbados esperando a morte. Isso novamente acontecerá com aqueles que não tem fé, pois estes estarão de joelhos, dia e noite, implorando não somente a misericórdia de Deus, mas também a conversão dos últimos teimosos da terra. A divulgação de sua chegada e seus efeitos, não se dará a não ser poucos dias antes, pegando a muitos de surpresa, pois ninguém esperava que ainda mais castigos pudessem atingir a uma terra já tão devastada.
      Quanto ao astro, pelas explicações que obtive, peço que o leitor imagine um enorme bólido, cheio de crateras assim como a lua é mostrada em algumas fotos. Tem uma cor de azul ferroso, e está suspensa sobre as nossas cabeças. Imagine um vale, e que esta pedra cubra você de horizonte a horizonte, como uma rolha preste a tampar uma garrafa. Imaginou? Assim é o astro que vem! E quando os últimos milhões de joelhos se dobrarem diante de Deus, e quando desespero de outros chegar ao auge supremo, então, a pedido de Maria Santíssima, Deus haverá de suspender o astro no ar. E por alguns instantes se poderá vê-lo como que a uma distância de apenas algumas centenas de metros do solo. E muitos o verão, para que vejam e provem, e sintam e percebam e se cientifiquem definitivamente do poder do Altíssimo Onipotente, pois a um comando Seu, o astro mudará seu curso.
      E acontecerá então o maior milagre da terra, coisa que jamais Deus fez pelo homem. Como que expelido por um imã monumental, o astro no último instante mudará seu curso, passando rente á terra e se perdendo para sempre no espaço sideral. Isso, entretanto, se por um lado provocar certo alívio na humanidade, logo se revelará ainda mesmo assim avassalador. É que o impacto do deslocamento do astro levará a terra a retomar o curso antigo, voltando à órbita que tinha antes do primeiro impacto, provocando, aquilo que a nosso ver, se refere o Livro do Apocalipse como a abertura do sétimo selo, ou seja, o grande terremoto.
      Explicação igual não encontra amparo em nenhuma outra profecia que não seja a passada ao Cláudio. Ela tem uma lógica perfeita e respaldo seguro em diversos textos bíblicos. E tudo leva a crer que o Grande terremoto causado pela repulsão do astro com a terra – que segundo profecias contam durará oito horas seguidas – provocará aqueles tão famosos três dias de trevas anunciados pelos santos profetas e reafirmados por Nossa Senhora em Medjugorge. Na verdade, esta será a explosão extrema da fúria de Deus contra os últimos maus. Nas horas que se seguirem, a terra entrará num campo de trevas espessas, e sem a luz do sol causada até pela poeira, pela fumaça e pelos gazes vulcânicos levantados pelo terremoto, onde ficará envolta por setenta e duas horas seguidas.
      Não relataremos o texto novamente, mas pedimos ao leitor que leia em Sabedoria 17 e terá uma idéia aproximada do terror daquela noite. Também não descreveremos novamente os seus efeitos, nem como se proteger, apenas nos interessa dizer que durante aquele tempo de horror, os demônios estarão visíveis aos homens, e virão à terra para levarem vivos os últimos maus e perversos que restarem sem conversão. Também serão eliminadas por Deus, de toda a terra, todos os gazes, os venenos, os produtos tóxicos e nocivos, pois ventos de alta velocidade os varrerão da terra para o infinito. E quando terminarem os efeitos de toda esta manifestação de Deus, os que restarem estarão já dentro da Nova Terra, limpa e purificada de todos os agentes nocivos, esperando apenas que desça a Jerusalém Celeste com o retorno Glorioso de Jesus.
      Na verdade, este terrível terremoto cumpre também outra finalidade. Ele reassentará definitivamente todas as placas tectônicas, que a partir dali permanecerão estáveis, quem sabe por milhares de anos sem maiores anomalias. Promoverá também a modelagem final da Nova Terra, perfeita, maravilhosa, e agora sem pecados, que passará a ser a morada dos justos, pois os maus terão desaparecido para sempre. Tanto eles quanto a sua semente, a marca dos filhos dos homens, para deixar aqui somente uma geração destinada ao júbilo e um povo destinado à alegria eterna.
      Muita gente acha que para acontecerem todas estas mudanças, levarão muitos anos. Mas nada mais enganador, pois estes desconhecem o poder de Deus. Quanto ao tempo, o profeta Daniel diz: Desde o tempo em que for suprimido o sacrifício perpétuo, e quando for estabelecida a abominação do devastador, transcorrerão 1290 dias. Feliz de quem espera e alcança os 1335 dias (Dn 12,11-12). Esta matemática de dias, embora real, continua indecifrável, porque ninguém sabe o dia em que começa a contagem do tempo. É só uma sugestão, e não digam depois que falei em datas: que tal a gente olhar para o dia 11 de setembro de 2001, dia da queda das torres? Sem dúvida é uma data chave!
      Assim, se o leitor quiser ter uma idéia melhor destes fatos todos, deve ler e ajudar-nos a divulgar o livreto: O Milagre do Fim, para que mais e mais pessoas se preparem a fim de todas estas coisas, pois elas certamente acontecerão “no fim dos tempos” conforme termina o capítulo 12 de Daniel. No livro, o leitor verá uma seqüência de 34 chamados feitos por Nossa Senhora ao Cláudio, tendo cada um sentido de profecia. O livro é importante, e não sendo vendido em livrarias, precisa do apostolado leigo para chegar as mãos de quem quer ou precisa conhecer estes fatos. Nele se encontram todas as referências bíblicas sobre o assunto, e é chave para a compreensão de inúmeras outras profecias.
      Uma última coisa ainda gostaria de chamar a atenção do leitor. É quanto ao que está no texto de Lucas: Pois digo, já não tornarei a beber do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus (22,18). Na mensagem de Nossa Senhora ao Cláudio, fica claro, porém, que Jesus profetiza que voltará a beber do mesmo Cálice Sagrado, quando Ele retornar à terra. Por acaso você, leitor, e eu, estamos preparados para beber com Jesus?
      Há, pois, toda uma simbologia perfeita em torno deste Cálice das Alianças, que nos leva a compreender sua importância capital em toda esta seqüência de acontecimentos finais. Quanto a mim, tremo inteiro nesta expectativa, embora sempre me coloque nas mãos de Deus, para que se execute apenas sua santa vontade em minha vida. Para mim, já é graça demais, poder relatar ao mundo um tão assombroso mistério de Deus.
      Que o Senhor Deus nos ilumine a todos e nos prepare de corpo e alma a fim destes eventos todos. Muitos participarão deste projeto sem o saber. Com efeito, os que estiverem ligados em Deus, verão maravilhas! Já os que Dele se distanciarem verão horrores! O respaldo bíblico destas profecias é bastante claro, e mais atestam isso os sacerdotes da nossa Igreja que se integram e se entregam ao cumprimento de suas missões junto ao governo de Israel e junto à hierarquia da nossa própria Igreja para levarem a bom termo o Plano do Cálice.
     Que Deus nos proteja a todos, e ilumine os que fazem parte desta caminhada de fé!

Matéria retirada do site http://www.recados.aarao.nom.br

 

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