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O DIA DO SENHOR

10/11/2003
      Muitos têm escrito e alertado sobre este dia vindouro. Sobre este dia futuro e próximo! O tão falado “Dia do Senhor”. Dele, São Pedro falou: Pois vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como um ladrão, de noite. Quando os homens disserem “Paz e segurança” então, repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão! (I Tes 5,2-3). Afinal, os antigos profetas consignam isso em seus escritos, os Evangelhos alertam, São Pedro e São Paulo advertem em suas cartas e não bastasse isso, ainda hoje milhares de profetas, as novas “trombetas de Deus”, por todo o mundo fazem soar os toques alarmantes do “fim dos tempos”, mas a incrível surdez das almas, a incrível dureza de milhares de corações de pedra, a cegueira absoluta, não deixa mais ninguém se comover por nada. Não é acaso nos dias de hoje que a humanidade inteira clama por “paz” e por “segurança”? Sim, mas...
      A hipocrisia parece ser hoje a tônica reinante. A cegueira idem! E Jesus nos alerta no Evangelho deste dia em que escrevo: “Assim como foi nos tempos de Noé, assim acontecerá na vinda do Filho do homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E os homens de nada sabiam, até o momento em que veio do dilúvio e levou a todos”(Mt 24,38-39). Sim, hipocrisia, pois nem mesmo o fato de haverem se deixado cegar por satanás, poderão ainda alegar em defesa própria, “quando o dilúvio de fogo vier... e levar a todos”. Na verdade, hoje parece muito mais conveniente, para verdadeiros mares de povos, fingir, ignorar, que tais fatos estejam correndo, pois imaginam em seus corações que, ignorando os fatos “a desgraça não nos atingirá” (Mi 3,11). Pobres avestruzes!
      Ainda agora, neste final de ano liturgico, onde a Palavra nos chama a olhar com mais clareza sobre o “fim dos tempos” da redenção, mais se torna presente a hipocrisia dentro da Igreja. Digo esta palavra forte, para destiná-la a todos aqueles sacerdotes que, por motivo de comodidade, para não se comprometerem, por pura covardia espiritual, por falta de estudo e discernimento da Palavra divina, se esmeram em desvirtuar a cabeça do povo, confundindo a 2ª Vinda de Jesus Glorioso – a qual decididamente estes Evangelhos se referem – com a preparação para o Natal – e é todo o final de ano a mesma arenga - eis que estamos entrando no tempo do advento, conforme o calendário liturgico. E alegam que não há doutrina clara sobre este assunto. Por isso mentem ao povo!
      Ora, isto é, para nós, sinônimo de covardia espiritual! E ninguém pode alegar ignorância da Lei. Deus não escreveu Sua Palavra Eterna, para que ficasse tão indecifrável, tal que o mundo acabasse e ninguém jamais a conseguisse entender. Onde há, pois, passagens obscuras (II Pd 3,16) na Palavra de Deus, é exatamente sobre elas que deve ser concentrado o esforço de entendimento, sempre sob a luz do divino Espírito Santo, porque o povo tem fome e sede (Am 8,11) da Palavra correta, e não e tem encontrado! Tudo por via destes espíritos errantes, destes falsos doutores (II Pd 2), padres e também teólogos e leigos, que por pura preguiça mental se escudam atrás da própria insensatez. Eles mal sabem que o Senhor Glorioso está próximo e cobrará duramente cada ovelha que ficou sem alimento, ou foi tratada com alimento estragado. Afinal, nunca foram tão claros os “Sinais do Céu”.
      Também assim aconteceu por ocasião do nascimento de Jesus. O povo, ao redor, que vivia junto de Maria e José, e mesmo o povo de todo o Israel, não se dava conta dos sinais dos tempos. Foram apenas obscuros e distantes reis magos, que desde há séculos estavam a espreita dos astros, que foram capazes de compreender aquele grande mistério. Só eles viram a estrela que anunciava a vinda do Salvador do mundo. E a cegueira foi tão grande que até hoje, ainda, milhões não acreditam que Deus nasceu entre nós. E Jesus nos falou claro: “Hipócritas! Sabeis discernir os sinais do clima e não sois capazes de perceber os sinais dos tempos”. E hoje, são milhares estes sinais em todo o mundo:
      Citemos alguns apenas que estão claramente dispostos na Bíblia:
1) Aumento acentuado das guerras e “rumores de guerra”.(Mt 24, 6)
2) Crescente aumento da apostasia e da renegação do batismo. (I Tes 2,3)
3) Sinais claros da presença do anticristo já em nosso meio. (I Tes 2,3)
4) Ação escancarada das duas feras do Apocalipse; (Ap 13)
5) Crescente aumento de terremotos e transtornos climáticos.(Lc 21,11)
6) Surgimento exagerado de falsos profetas (Mt 24,24)
7) Surgimento de falsos doutores e criadores de falsas doutrinas (II Pd 2,1).
8) Tentativas e manobras diabólicas para abolir a Sagrada Eucaristia.(Mt 24,15)
9) Ataques de nações umas contra as outras( Vide Afeganistão); (Mt 24,7)
10) Aumento crescente da iniquidade e da maldade dos homens;(Mt 24,12)
11) Aumento e o surgimento de novas e terríveis doenças incuráveis;(Mt 24,7)
12) Crescente aumento da perseguição aos católicos em todo o mundo;(Lc 21,17)

      Estes “sinais” são todos relativos ao Dia do Senhor, quer dizer, não “dia”, porque isso tudo não acontecerá num único dia, mas num determinado “tempo”. E se olharmos bem, em toda a história do povo de Deus, jamais houve uma época em que todos estes sinais se encontram caracterizados ao mesmo tempo. Isso é, todos conjuntamente. Para os que alegam, por exemplo, que “sempre houve terremotos”, dizemos que, nos primeiros 1900 depois de Jesus aconteceram 18 grandes terremotos; e nos últimos 100 anos já aconteceram mais de 100. Ou seja, nos primeiros aconteceu um terremoto por século. Depois, um por ano! Claro, sempre houve terremotos, mas nunca na história do homem tantos quantos neste século. E Jesus disse claro: “não passará esta geração, sem que tudo isso se cumpra” (Lc 21,32). Quer dizer, não passará a geração que viveria naquele tempo, ou seja a nossa geração, pois sem dúvida a nossa geração abençoada é que presenciará o retorno de Jesus a terra.
      Assim, quando nós falamos em dia do Senhor, falamos em 2ª Vinda de Jesus Cristo á terra, para aqui implantar definitivamente o Seu Reino Glorioso. Pois foi Dele que Javé falou pelo misterioso Salmo 109,1-6: “Assenta-Te à Minha direita, até que Eu faça de todos os teus inimigos o escabelo de Teus pés... O Senhor está à tua direita. Ele destruirá os reis no dia de sua cólera. Julgará os povos pagãos, empilhará cadáveres; por toda a terra esmagará cabeças”. E se é que tendes provado que o Senhor é bom (Sl 33,9), se é que temos conhecimento de que o Senhor é rei, pois o cetro de Seu Reino é cetro de justiça (Sl 44,7), se é que temos provado que o Senhor é Santo, então, de uma vez por todas “não ergais contra o Altíssimo a vossa fronte, deixai de falar a Deus com tanta insolência” (Sl 74,6-7). Eis que Ele está para retornar a fim de consolidar para sempre o seu Reino, pois Seu Reino não terá fim. E assim, jamais se poderá confundir este “fim dos Tempos”, com o natal de Jesus menino, início dos novos tempos e da Nova Aliança. Porque..
      Se nós sabemos que o Senhor é BOM, como imaginar que Ele irá fundamentar seu Reino Eterno sobre a multidão dos crimes e as torrentes de maldade que o homem de hoje despejou sobre a terra?
      Se o Senhor reina apenas com JUSTIÇA, como imaginar que Ele vá permitir a continuidade desta verdadeira avalanche de injustiças que hoje contaminam tudo e clamam aos céus? Enfim...
      Se o Senhor é SANTO, e se Ele não permanece onde está o pecado, como poderemos imaginar, que Ele vá vir, ou mesmo que vá permanecer nesta terra imunda, contaminada que está com todo o tipo de abominações?
      É preciso então reformar, reconstruir, restaurar e reestruturar a todas as coisas, fazendo com que aqui impere apenas a bondade, a justiça e a santidade, pois só com estes pressupostos é possível construir na terra um Reino de Paz, de Justiça e de Fraternidade! Mais...
      Se é preciso reformar, é muitas vezes necessário derrubar tudo aquilo que estava mal erguido, ou que estava construído sobre o pântano do diabo.
      Se é preciso reconstruir, é porque a maioria das coisas de Deus já foram arrasadas pela malícia humana.
      Se é preciso restaurar muitas coisas, é porque é necessário voltarmos a aqueles planos iniciais do Criador, que nos havia destinado a ser filhos de Deus... e já não somos mais dignos de ser chamados assim.
      Se é preciso, finalmente reestruturar todas as coisas, é porque toda a terra está contaminada por uma tão grande quantidade de imundícies, que somente destruindo tudo, arrasando tudo, será possível tornar esta terra novamente habitável e digna morada dos filhos de Deus.
      Sem dúvida então, é preciso, antes, DESTRUIR tudo! E o Senhor diz: Eis que faço novas todas as coisas...(Is 66,17). E se são novas, acabarão todas as velhas coisas!
      Ora, quando nos damos ao trabalho de consultar na Bíblia, tudo aquilo que os profetas disseram sobre o “Dia do Senhor”, certamente que não encontramos ali balas e doces. Se falamos em “dia da ira” do Senhor todo poderoso, certamente que não vamos encontrar ali eflúvios maravilhosos e multicoloridos. Se falamos que o Senhor vem para aterrorizar a terra e dela suprimir quase todos os seus habitantes, certamente que não iremos encontrar nesta Palavra apenas poesias e belos cânticos. Verdade é que, se fôssemos apenas colocar aqui, por ordem de entrada, desde os Salmos até no Apocalipse, passando pelos profetas antigos, pelos Evangelhos e pelas cartas apostólicas, sem intercalarmos ali nenhuma explicação ou comentário, certamente que já seria arrepiante, para não dizer um texto pavoroso.
      De fato, falar numa terra inteira, semeada de cadáveres humanos insepultos, servindo de esterco e pasto aos animais, certamente que não é nada bom de se ouvir. Mas é a mais pura realidade. Também os versos de Isaías dizem: “A terra é feita em pedaços, estala, fende-se, é sacudida, cambaleia como um homem embriagado e balança como uma rede. Seus crimes pesam sobre ela...”(Is 24,19-20). Acaso isso é coisa bonita de se ouvir? Pois creia, este acontecimento está a um toque de mão! Um toque apenas!
      E este temível DIA, refere-se exatamente ao tempo que antecede o retorno glorioso de Jesus. Como falamos acima, a 2ª Vinda de Jesus está próxima. E se falamos neste dia incrível, devemos ter em mente que Jesus virá aqui novamente, para implantar Seu Reino definitivo e eterno e, portanto, é preciso antes extirpar daqui tudo aquilo que contamina a terra, que corrompe a alma humana - templo de Deus – e tudo aquilo construímos, mas que está contra os planos do Criador. Pois Deus disse: enchei a terra e dominai-a (Gn 1,28)! E nós, sim, enchemos a terra com seis bilhões de habitantes; mas o que mais nós erguemos foram milhares e milhares de torres desafiadoras, outras torres de Babel, todas voltadas para o mal e a exploração do homem sobre o homem, prova perfeita de uma civilização do ódio, totalmente contrária aos planos do Deus Criador.
      E é preciso, então, derrubar todas estas torres malditas fruto do orgulho humano. É preciso destruir todas as leis que as mantém de pé. É preciso reformular todos os conceitos atuais, baseados apenas em racionalismos humanos e imperfeitos que levam somente ao inferno.
      É preciso reconstruir todos os ambientes, e, se falamos em reconstruir todos os ambientes é certo que nos devemos acostumar com a idéia de ver todos os mapas da terra mudados – inclusive o do Brasil – ver todos os continentes abatidos – um desaparecerá – ver milhares de ilhas sepultadas no fundo da terra e do mar, e ver outras tantas erguidas como fantasmas surgidos do abismo. Quem sobrará vivo diante de tamanha destruição?
      De fato, mar e terra engolfarão nações inteiras, especialmente aquelas que ousaram erguer seu braço contra Deus, tentando implantar aqui uma civilização contrária aos planos divinos e às suas leis eternas e imutáveis. Principalmente aqueles países e aquelas cidades que ousaram erguer suas torres desafiadoras, símbolo do efêmero poder humano e símbolo nefasto da exploração econômica que devora alma dos povos e tira o sangue das pátrias. Principalmente desaparecerão as vilas, as cidades, os estados e os países que ousarem acatar a abominável desolação (Dn) em seu seio, expulsando de suas terras a Jesus Eucarístico, Deus vivo, destruindo os seus sacrários. Ai deles!
      E Deus já nos deu este tempo de reformulação do mundo. Nós estamos esgotando o tempo a nós destinado para “dominar” a terra. E como não conseguimos, é necessário que o próprio Deus o faça, mesmo a custa das milhares de vidas humanas que serão ceifadas por culpa exclusiva do próprio homem. E todos os que sobrarem, restarão apenas porque Deus os salvou, pois nós já nos havíamos decidido nos matar a todos. E será um tempo de angustia tal como jamais ouve, nem jamais haverá na face da terra (Mt 24). E por que angustia? Simplesmente porque, para que Deus execute a Sua obra renovadora, não é mais possível promover a limpeza total, de todos os detritos e imundícies e pecados que sobre a terra acumulamos para nos matar, sem que a terra seja abalada até os seus fundamentos. Não pode mais ser diferente! E também os homens terão que ser profundamente abalados!
      Então, antes das pessoas, todas as nações da terra terão que comparecer diante do trono de Deus, pois Ele as julgará uma por uma. Cada povo, cada raça, terá antes do julgamento particular e definitivo de cada habitante, um julgamento – justo – sobre o conjunto das obras de seus habitantes. E como a “fúria” do Senhor contra alguns destes países é imensa Ele avisa: “Destruirei tudo na face da terra – Oráculo do Senhor – farei perecer homens e animais, aves do céu e peixes do mar; exterminarei os ímpios com seus escândalos, farei desaparecer os homens da superfície do mundo – oráculo do Senhor”(So 1,2-3)! Então, naquele dia, todos veremos que “diante Dele a terra é um paraíso; atrás é um deserto desolador, nada Lhe escapa”(Joel 2,3).
      Eis então que é certa, e como sempre, justa e santa a ira do Senhor contra todos os povos da terra, e por isso Ele assim conclama: “Aproximai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, estai atentos! Que ouça a terra com tudo o que ela contém, o mundo e tudo o que ele produz, porque o Senhor está indignado contra todas as nações e enfurecido contra todas as tropas. Ele as devotou ao massacre e as destinou ao morticínio. Os que forem mortos, serão atirados sem sepultura, e o mau cheiro exalará de seus cadáveres; os montes serão banhados em sangue, que escorrerá de todas as colinas; os céus se enrolarão como um livro, e todo o seu exército tombará, como cai a folha morta, como deixa a figueira o verdor amortecido, porque, nos céus, está inebriada de cólera a espada do Senhor... Sua terra embebedar-se-á de sangue, o chão impregnar-se-á de gordura”. (Is 34, 17)
      Vejam, pela primeira vez na terra, todos os indicativos de “tempo” estão em pleno curso. E todos as armas de destruição já estão com os gatilhos, ativados pelos homens, em posição de tiro. Basta um único sinal, para que eles façam explodir todas as coisas. E o sinal para a explosão final é o afastamento do Papa João Paulo II da cadeira de Pedro. É este o sinal que devemos aguardar, antes de qualquer outra expectativa. Então, a medida que os dias forem passando, ninguém mais precisará acompanhar livros de profecias, pois tudo se tornará manifesto, pelo explodir simultâneo de todos os acontecimentos. Estaremos então no auge da “Grande Tribulação”, predita pelo profeta Daniel e mencionada por Jesus em Mateus 24.
      Não será então um único ‘DIA’, mas sim um certo tempo, sobre o qual nem mesmo os mais abalizados autores poderão antecipadamente descrever. Apenas a Bíblia, através dos livros dos profetas e do Apocalipse de São João, é capaz de esclarecer o que virá. E todos os profetas, menos Jonas, têm alguma coisa anunciada sobre este tempo de trevas singulares. O que sugerimos é que o leitor busque na sua Bíblia estas descrições. Comece pelo profeta Isaías, nos capítulos 2 e 24, depois siga por Jeremias durante todo o seu trajeto, até chegar ao profeta Malaquias, o último, nos capítulos 2 e 3. Assim não necessitamos transcrever nenhum versículo aqui. Você mesmo perceberá que não estamos exagerando. Aliás, sentirá é que fomos ainda brandos em nossas colocações.
      Mas, não tenha medo! Qualquer pessoa que tenham medo do futuro, que se preocupe em exagero pelos seus bens e pelas suas coisas, certamente que não está preparado para ver o mundo entrar em parafuso total. E quando falamos em despreparados, falamos das pessoas que não mantém sua confissão em dia, que estão afastadas dos sacramentos e da verdadeira Igreja, a católica, a única que têm a garantia da salvação. Se, naquele dia, até o mais forte soltará gritos de desespero, quanto mais o farão os despreparados! Que se dirá então dos escarnecedores deste mundo cruel, sempre prontos ao sarcasmo e à gozação, cada vez que se fale sobre a proximidade deste “Dia do Senhor”.
      Dia em que o Senhor virá para acabar com esta terra infestada de males. Para eliminar daqui todos os escarnecedores e todos aqueles que praticam a iniqüidade. Pois não há criatura alguma hoje, que em são juízo, possa imaginar que viveremos por tempos ainda muito longos dentro desta espiral diabólica. De fato, fecham-se a nossa frente uma a uma, todas as portas. Os bons, cada vez mais acuados em seu pequeno espaço, estão sendo atropelados pelos maus, num frenesi galopante. E até a própria natureza agredida dá sinais cada vez mais claros que estar em seu supremo limite.
      E só Deus para dar um jeito nesta situação. Só o Pai Criador, para vir por em ordem, novamente, todas as coisas. Porque o homem, os homens, estes já não mais conseguem, em sua maioria sequer discernir sua direita de sua esquerda, quanto mais por em ação meios capazes de frear o braço de Deus, que se fará ver por toda a terra.
      Então, nenhum continente ficará mais como era antes. Nenhuma cidade da terra ficará como foi nos tempos anteriores. Mares mudarão seu espaço e terras as suas configurações. Tudo será mudado na face da terra, que hoje, carregada com o peso assustador de seus pecados, clama aos céus pedindo justiça por tantos crimes.
      Sobrará sim, mas apenas um pequeno resto, de homens fiéis e tementes a Deus. E para todos os que aguardam ansiosamente este dia, deixamos esta palavra de ânimo do profeta Malaquias e que encerram os livros proféticos: “Vou mandar-vos o profeta Elias, antes que venha o grande e temível Dia do Senhor. Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos para os pais, de sorte que não mais ferirei de interdito a terra”.
      Mas fica a advertência a todos os homens de fé: No tempo de Jesus, Ele próprio já disse que o Profeta Elias, já havia sido enviado, mas os homens da época não lhe prestaram a devida atenção. E hoje, igualmente, Elias já está em nosso meio, que através do Coração Sacratíssimo de Jesus, tem se derramado em torrentes de amor sobre a humanidade, em número sem fim de mensagens a todos dirigidas. Se, pois, queremos ter de volta a paz nas famílias, devemos ouvir aquilo que Jesus nos tem pedido. Caso contrário o “Dia do Senhor” cairá sobre nós como um laço, uma cilada, e não teremos escapatória. Está, pois, em nossas mãos o nosso destino. E agora a opção será definitiva. Agora é, ainda, tempo de graça, de conversão e de misericórdia. O Dia do Senhor será o dia da execução da Justiça. Não queiramos ser alvo dela.
      CONFISSÃO – EUCARISTIA – MARIA – INDULGÊNCIAS – JEJUM - Eis os nossos escudos para a luta. Quem não fizer uso deles, tem já seu pescoço a prêmio. Então não poderá empunhar o ROSÁRIO, a mais mortífera arma de guerra que existe no universo. Sim por que estas são as armas da guerra espiritual que hoje se trava. Com bombas você não atinge aos demônios. Com o Santo Rosário sim!
      Agarre-se na Igreja Católica, apostólica Romana. Mantenha a fé e a unidade em torno de João Paulo II, e não siga a quem o suceda que queira mudar profundamente aquilo que ele deixou. Não ouça a quem contradize-lo. Ele é o sinal! CREIA! O justo viverá pela fé! E justos não temem! Busquemos ser justos! Eles estão nos braços do Senhor!

Matéria retirada do site http://www.recados.aarao.nom.br/

 

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