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Sueli Degasperi Bertoletti
sudebe@hotmail.com
07/08/2005 - Tema: Catequese

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COMO FAZER CATEQUESE

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• Antes de tudo, incentivamos catequistas e formadores de catequistas a consagrarem parte de seu tempo aos estudos dos métodos mais adequados, evitando a tentação do empirismo(=criar um método só a aprtir de sua experiência), da improvisação, talvez do desleixo. (110)
• Há variedades de métodos. Mas todos eles devem obedecer, com ampla possibilidade de aplicações concretas: ao chamado ”princípio de inter-ação”(= um relacionamento mútuo e eficaz) entre a experiência de vida e formulação da fé: entre a vivência atual e o dado da Tradição.(112-113)
• De um lado, a experiência da vida levanta perguntas: de outro a formulação da fé é busca e explicitação das respostas a essas perguntas. De um lado, a fé propõe a mensagem de Deus e convida a uma comunhão com Ele, que ultrapassa a busca e as expectativas humanas.;de outro, a experiência humana é questionada e estimulada a abrir-se para esse horizonte mais amplo. (113)
• Para a catequese se realizar na sua integridade, é necessário estarem indissoluvelmente unidos: o conhecimento da Palavra de Deus; a celebração da fé nos sacramentos; a confissão da fé na vida cotidiana.(93)
• Para uma verdadeira catequese não basta planejar o bom andamento de um conjunto de temas. Trata-se de partir das exigências expostas, DE PROMOVER A INTEGRAÇÃO DA CAMINHADA DA COMUNIDADE CRISTÃ COM A MENSAGEM EVANGÉLICA. (283).
• A integridade do conteúdo pode e deve ser comunicada numa linguagem adequada aos homens de hoje. A catequese deve levar em conta as experiências e os problemas, a situação histórica dos homens a quem se dirige.
• A memorização virá como necessidade de guardar carinhosamente o essencial da experiência de Deus iniciada e acontecida no processo catequético. TRATA-SE, ENTÃO, DE UMA “MEMORIZAÇÃO EM NÍVEL DE FÉ”. (141)
 

(Revista Ecoando n.1- pág.27)



CONCLUINDO: É recomendável escolher um subsídio, pois existem muitos, pois é necessário ter uma seqüência sistemática para facilitar a transmissão da mensagem evangélica, mas deve levado em conta a experiência de fé do (a) catequista. É importante que seja de acordo com a realidade do catequizando(=inculturar). TER SEMPRE EM CONTA QUE ESSA FOI A MISSÃO DE JESUS, QUANDO SE ENCARNA, E SE TORNA O “DEUS CONOSCO”.

Mas, apesar disso, é necessário acima de tudo, a experiência comunitária, que deve ser a tônica dos encontros. Assim sendo, acontecerá, NATURALMENTE a memorização do conteúdo. NÃO APENAS COMO LIÇÃO, AULA, MAS QUANDO VIEREM À MENTE, VIRÃO CARREGADAS DE REALIDADE CONTEMPLADAS, ESTUDADAS, VIVIDAS NUMA EXPERIÊNCIA DE FÉ.(141).

O catequizando vai assim entendendo que catequese não é escola, onde aprende uma lição para nota, mas onde começa a fazer uma experiência de Deus.
 


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